domingo, 01 de novembro de 2009 - 21:02
Em: Twitter Em comemoração (e saudade) à ultima vinda das Donnas ao Brasil, estamos postando no twitter lembranças e histórias engraçadas do que acontecia há 1 ano atrás aqui no Brasil. A expectativa do show, histórias dos shows e afins.
Se quiser entender melhor, dá um search no twitter em #missthedonnasinbrazil
Participem! Quero ouvir as histórias de vocês também 
p.s.: Vale para as histórias de Natal, São Paulo, Santos, Porto Alegre… Ou até de quem mesmo queria muito ir, mas não pôde.

terça-feira, 27 de outubro de 2009 - 17:40
Em: Entrevistas O site Rock Band fez, no mês de setembro, uma entrevista com a Torry. Clique aqui para baixar o audio.
Confira a tradução:
Brett Milano: Olá
Torry Castellano: Oi, é a Torry, do The Donnas.
BM: Oi, como vai?
TC: Tudo bem. Como você está?
BM: Estou ótimo. Tem um monte de fãs de Donnas que trabalham aqui e ficaram empolgados de saber que eu ia falar com você.
TC: Não, sério?
BM: É sim.
TC: Que legal!
BM: É, acho que um monte de gente aqui amam a banda.
TC: Legal, legal. Mande oi pra eles, eu acho [risos]
BM: Então, como você está se sentindo? Fiquei sabendo se você está meio de lado da banda no momento, certo?
TC: É, eu estou de lado. É uma droga, mas eu estou com esse problema no ombro a mais de dois anos. E meu médico finalmente disse: “Você precisa parar um tempo se quer melhorar.” Então eu estou fazendo um monte de fisioterapia e tudo mais. Está ajudando, mas é um processo lento, o que é muito irritante, porque eu não tenho muita paciência [risos]. Mas é a coisa certa a se fazer, porque eu quero poder tocar e não quero mais ter dor a cada vez que toco.
BM: Deve ser pior se você é o baterista.
TC: É. Nós estamos tocando a tanto tempo, eu acho que isso é o resultado de machucados repetitivos.
BM: Então você vai ficar em forma e voltar pra tocar com a banda no estúdio quando melhorar?
TC: Sim. Tomara que eu consiga voltar para o estúdio e shows também. Até o próximo disco eu espero estar melhor. Mas nós veremos. E nós temos uma amiga que está no meu lugar, e ela é ótima. Eu adorei que ela pôde me substituir e nós não tivemos que cancelar essa turnê, porque eu adorei que nos chamaram para fazê-la.
BM: Vocês fizeram turnê com o Blondie e Pat Benatar, elas foram particularmente inspiradoras pra vocês quando começaram a tocar?
TC: Com certeza, com certeza. Quando tínhamos 15 anos, fizemos um cover de “One Way Or Another” [risos]. Então nós sempre amamos Blondie e Pat Benatar. Eu acho que elas são ótimas. Debbie Harry e Pat Benatar são ótimas vocalistas, mas também as bandas delas são ótimas e Clem Burke [Blondie] sempre foi um dos meus bateristas favoritos.
BM: Ele é ótimo.
TC: É, ele é demais.
TC: É, ele é foda. As músicas delas são demais. Nós com certeza fomos influenciadas por elas.
BM: Você ouviu de alguma festa boa no backstage entre as três bandas?
TC: Ainda não. Mas eu vou pra Nova York na Quarta-Feira. Eu não pude ir à toda turnê, porque tinha que ficar pra fisioterapia. Nós pensávamos “É, eu só vou ficar curtindo a turnê, sabe? [risos] Eu vou pra turnê pra ficar curtindo com vocês”. Mas tive que ficar em casa. Então tomara que em Nova York tenha festas legais.
BM: Eu tenho que te perguntar sobre o começo da banda. Quando vocês começaram a tocar juntas vocês tinham – o quê – 15, 16 anos?
TC: Na verdade nós começamos quando tínhamos 13 e 14.
BM: Uau.
TC: Na oitava série. E continuamos a tocar. Nós não sabíamos mesmo o que estávamos fazendo quando começamos. Nenhuma de nós conseguia tocar instrumentos. Nós todas aprendemos sozinhas. A gente saía da escola, caminhávamos até a garagem dos meus pais e ficávamos tocando por horas, tentando aprender o que estávamos fazendo [risos]. Era bem divertido, pois tínhamos algo a fazer após a escola. Porque nos críamos no subúrbio e não tinha muito o que fazer, na maior parte do tempo.
BM: Vocês eram literalmente uma banda de garagem, certo? Era a sua garagem?
TC: Nós éramos literalmente sim, era a garagem dos meus pais. E tínhamos que fazer acordo com os vizinhos porque alguns deles não gostavam muito. Alguns vizinhos amavam nossa música desde o começo, e sentavam no outro lado da rua pra ouvir [risos] Um dos nosso vizinhos do outro lado rua, ele tinha uns 90 anos, ele sentava na sua garagem e nos escutava todo dia [risos] o que era muito legal. Ele sempre quis que a gente comprasse um teclado – era sua única crítica. Mas alguns vizinhos não gostavam muito, então a gente fazia hora, e a polícia foi chamada algumas vezes…
BM: Como vocês arrumavam? Você só moveu todas as coisas dos seus pais pra um canto e colocaram as coisas da banda na garagem?
TC: É, nós basicamente dominamos a garagem. Ainda bem que eles não colocavam o carro lá dentro mesmo antes de nós começarmos, mas depois que as coisas da banda entraram, o carro não cabia mais. [risos] Não que nós tivéssemos muito equipamento. Quando nós começamos, eu tinha uma bateria alugada, e depois consegui pedaços de baterias usadas de outras pessoas. Os amplificadores eram bem pequenos e a Brett cantou no amplificador da guitarra por um tempo. Mas nós também gostávamos de decorar a garagem. Depois de um tempo, nós meio que fazíamos as coisas sozinhas.
BM: Vocês começaram turnês quando eram muito novas. Alguém dizia “Vocês não podem fazer fazer isso, são novas demais.”?
TC: Nós tocávamos em eventos da prefeitura de Palo Alto quando começamos, e depois começamos a tocar em clubes de São Francisco quando tínhamos 15, 16 anos e nós não era permitido tocar em alguns clubes de São Francisco porque éramos menores de idade. Ou algumas vezes tínhamos que tocar, e sair do palco imediatamente e sair do bar logo depois. Nós não podíamos ficar lá. Mas alguns clubes – como Bottom Of The Hill – eram incentivadores. Eles sabiam que nós não íamos tirar vantagem deles. A gente sabia que se estragássemos uma vez, não tocaríamos mais lá. [risos] Então nós não fazíamos nada louco.
BM: Seus pais ficavam na boa com algumas das letras que vocês escreviam na época?
TC: Sabe, eles sempre apoiaram. Eu acho que nós somos muito sortudas, porque um monte de bandas dizem coisas do tipo: “nossos pais odiavam nossa música” e essas coisas. Mas eu acho que a maioria deles achava engraçado. Eles nunca ficaram chocados ou chateados com nossas letras. Eles eram pais liberais.
BM: Eles entendiam a brincadeira.
TC: É, eles entendiam a brincadeira. Eu acho que nós sempre tivemos boas notas na escola. Nós éramos muito boas. Acho que só nós estivéssemos indo mal, eles teriam problemas. Mas como não fazíamos nada que não devessemos fazer, eles nos deixavam fazer tudo que queríamos.
BM: Com certeza vocês tinham um monte de tubarões vindo em cima, sendo 4 adolescentes numa banda em turnê. Vocês arranjaram algum jeitinho de afastar essas pessoas?
TC: Principalmente quando lançamos nosso primeiro álbum na Lookout!. Lookout! foi ótima conosco quando começamos a primeira turnê. Quando tocamos o nosso primeiro show em LA – depois que o álbum saiu – bom, não foi nosso primeiro show em LA, mas foi o primeiro show depois que o álbum saiu – um monte de caras de terno veio e ficaram tipo “Vamos regravar esse álbum e lançar numa gravadora maior” ou “Eu tenho uma ótima idéia. Porque não colocam seus instrumentos de lado e vamos fazer esse grupo bem feminino, e vocês podem dançar”. Eles tinham um monte de idéias doidas e nós ficávamos tipo “Não, obrigada” porque nós ouvimos várias histórias de horror sobre gravadoras grandes, então tínhamos bastante medo no início.
BM: Depois de um certo tempo, vocês assumiram as rédeas e levaram o estilo para uma direção diferente e expandiram as coisas, certo?
TC: É, nós mudamos bastante com o tempo, nosso som e tudo mais. Teve a ver com aprender a tocar os instrumentos [risos] e também com o crescimento. Nós sempre amamos o tipo de rock que queremos tocar, mas quando você não é muito boa você pode não conseguir tocar, não uma música lenta, mas uma música mais lenta. Se você faz tudo bem rápido, parece melhor. Eu acho que no começo nós sempre tocávamos bem rápido porque queríamos que parecesse bom. Mas quando você melhora, dá pra diminuir a velocidade e ainda parecer bom.
BM: Os primeiros álbuns eram o punk das 3 cordas, bem Ramones. Eu acho que depois de um tempo vocês pensaram “Okay, já fizemos isso, vamos tentar outra coisa”. E foi o que aconteceu, certo?
TC: Exatamente.
BM: Vocês eram fãs secretas do Kiss, e toda aquela coisa do cabelão dos anos 70?
TC: Com certeza, com certeza. Mas acho que nem tão secretas [risos]. Nós amamos essas bandas. As pessoas achavam que era loucura, mas nós não ligávamos.
BM: Qual foi a primeira vez que vocês encontraram com um herói da música?
TC: Hm, vejamos… Ah, deus. Bom, nós conhecemos Gene Simmons [risos]. Que foi quando nós éramos bem novas ainda. Kiss fez aquele filme…
BM: Detroit Rock City.
TC: É, Detroit Rock City.
BM: E vocês estavam nele.
TC: É, nós fizemos “Strutter” que estava naquela trilha sonora. E nós estávamos gravando o clipe, com maquiagem do Kiss e tudo mais, o que foi muito divertido. E ele veio para gravação do clipe, e ele é muito engraçado. Ele e a Maya, nossa baixista, ficou meio afim dele [risos] meio que brincando e tal. E todas queríamos saber “Ele te cantou? Ele te cantou” E eu acho que ele pensava que éramos mais novas do que realmente éramos. Nós tinhamos tipo, 18 anos naquela época, 17 ou 18. Mas eu acho que ele pensou que éramos mais novas, porque ele não nos cantou e ele ficava tipo “Oh, vocês ainda estão no ensino fundamental?” E a Maya ficou puta por ele ter dito aquilo [risos] Foi divertido, foi legal.
BM: Eu esperaria que o Gene Simmons levaria vocês para um canto e desse conselhos de negócios.
TC: Né? Eu sei. Eu também fiquei surpresa que ele não fez isso. O engraçado é que uns anos depois quando ele teve seu show. Maya teve uma quedinha pelo filho dele – que é um gato - e ligou para o Gene tipo “eu quero sair com seu filho”. E ele ficou bem nervoso, como se a Maya fosse corromper ele ou algo assim [risos]. O que foi muito engraçado.
BM: Uau. Então como vocês impediam todo mundo de cantar vocês? Eu aposto que vocês aturaram bastante disso.
TC: Bom, é engraçado. Eu acho que as pessoas acham que isso acontece o tempo todo. E acontece, às vezes, mas normalmente é de um jeito engraçado. Tipo, várias vezes conhecemos garotos que querem provar que conhecem nossa música e tal. Para tentar nos impressionar, eu acho. E eles ficam tipo “Sabe, quando você estava tocando, e…” – eles fazem bastante isso com a Allison – e eles continuam “Eu sei que você usou uma nota diferente naquele solo do que você faz no álbum” ou “Você errou ali”. E você sabe, não é algo que… vá fazer com que ela queira sair com você [risos] Mas por alguma razão eles acham que se você argumenta ou algo assim, está flertando. É tipo um flerte irritado. E eles acham que vai funcionar. Mas não funciona. Já lhe aviso desde já.
BM: Isso era bem comum no meu ensino médio, esse tipo de abordagem.
TC: É? Algumas pessoas adoram isso, mas não é o nosso caso, eu acho.
BM: Então as pessoas não esperam que vocês sejam as mesmas garotas que estão nas músicas, aquelas que gostam de farrear?
TC: Ah não, elas esperam sim. Elas esperam [risos]. Bom, se você estpa dando uma entrevista, ou uma sessão de fotos ou algo, se nos apresentamos tipo, 11 da manhã, ou 10 da manhã eles perguntam “Porquê você não está chapada?”
BM: [risos]
TC: E nós falamos “bom, são 10 da manhã” e eles falam “E daí?” Eles acham que nós vamos estar com calças de couro e fazendo festa o tempo todo, e chapada as 10 da manhã. O que, eu não estou dizendo que não tenha acontecido, mas não acontece todo dia [risos].
BM: É, normalmente vocês começam às 11 pelo menos, certo?
TC: Sério? Ah, fala sério cara [risos]
BM: Então, vocês tem uma gravadora própria agora, o que eu imagino que deve ser compensador e também uma grande dor de cabeça. Como está indo?
TC: [risos] é bem legal, na verdade. Nós estamos com uma ótima distribuidora, Redeye, e eles nos ajudam muito. Eu acho que nós estamos muito empolgadas que fizemos isso, porque estamos lançando albuns à muito tempo. Nós vimos várias coisas diferentes e as gravadoras achavam que coisas que não funcionaram, iriam funcionar. É legal, finalmente estar fazendo isso sozinhas. Somos uma gravadora bem pequena. Estamos trabalhando em nós mesmas por enquanto, então eu acho que quando assinarmos com outras bandas e trabalhando com eles, seja bem mais difícil. Mas nós sabemos o que queremos pra nossa banda, e eu acho que isso facilita as coisas.
BM: Muda algo poder fazer o que quer com o álbum?
TC: [risos] É bom não ter aquele monte de ligações do tipo “ok, nós queremos isso.” “Okay, vamos falar sobre isso com tal pessoa” e aí todas essas pessoas tem que dizer o que pensam sobre tal coisa. Nós tivemos bastante sorte de fazer o que queríamos nas gravadoras que tivemos. Mas agora é legal porque não temos que passar por um monte de pessoas.
BM: Legal. Bom, em Rock Band, vocês estão com “New Kid In School” no jogo, e eu tenho que perguntar, vocês já jogaram?
TC: Sabe, nós tocamos uma vez. Nós fomos até uma festa para tocar, e foi muito legal. É um jogo divertido [risos].
BM: Nós achamos que sim.
TC: [risos] É. Algumas de nós são melhores que as outras. Eu gosto de tocar baixo, porque [risos] é o mais fácil de todos. E você pode olhar o que as outras pessoas estão fazendo e tocar algumas notas aqui e ali. Mas eu também adoro tocar bateria.
BM: Eu já vi alguns bateristas tocando suas prórprias músicas no jogo, e é engraçado, porque normalmente eles param de seguir o jogo e tocam como eles tocam normalmente a música. E fracassam.
TC: Eu já fiz isso. Não funciona. Você não pode fazer isso [risos]. Você tem que seguir mesmo o jogo. E eu já fiz isso várias vezes. Já foi vergonhoso, na verdade. Não quando eu estava tocando minha música, mas em festas. As pessoas ficam tipo “Oh, você quer tocar bateria?” E eu digo “Claro” e alguma música vem e eu começo a batida, porque conheço a música, e eu estou fracassando totalmente e estragando toda música. E eu penso “Ah, cara. Isso é vergonhoso”.
Tradução: Ari.

terça-feira, 27 de outubro de 2009 - 15:06 Tirando o pó do site. Mais duas traduções do Ask The Donnas para vocês:
→ Round 2
@harrislaura: Alguma dica para garotas novas que estão formando uma banda de rock? Tenho 9 anos de idade.
Allison: Eu acho que a melhor dica para quem está formando uma banda, independente da idade ou sexo, é praticar seu instrumento E praticar com a banda o máximo que for humanamente possível!
@UncleTim1970: Alguma receita que vocês gostariam de dividir? (especialmente de drinks ou comida rápida)
Brett: A melhor salada rápida de se fazer é melão em cubos com queijo feta, manjericão e pimenta. E uma boa bebida para dias quentes é Michelada, ou cerveza preparada, que é cerveja com hot sauce, pimenta e limão, ou algo salgado. Hmm!
@smashley3: Vocês tocam em festa em casas? Seria épico, ou até legendário!
Maya: Nós já tocamos quando estávamos começando. Talvez se a casa tivesse um palco, um ótimo som e uma piscina cheia de meninos bonitinhos semi-nus nós consideraríamos isso. E claro que seria legendário.
@axiis: Qual a música que, quando você escuta, independente se você gosta ou não, fica presa na sua cabeça repetindo?
Torry: Oi axiis! Sempre que eu escuto Poison do Bel Biv Devoe eu sei que aquela música vai ficar na minha cabeça por dias! Ainda bem que eu amo ela, então não me importo! haha!
@rlarge67: Vocês considerariam escrever uma música sobre o Desert Moon? Seria interessante saber como é do seu ponto de vista.
Allison: Essa é uma ideia interessante! Os shows do Desert Moon são MUITO inspiradores para nós, nós trabalhamos muito para fazer aquele set duplo e fazer todos os fãs se sentirem especiais.
@DA420kid: O que significa RAB em “Let’s Go Mano”?
Brett: Mano quer dizer louco, tipo doido. E Rab é um apelido que um cara deu para o outro, mas nós pegamos isso e usamos como um verbo, pra dizer “louco”.
@LinerNotes: Vocês fazem cover dos anos 70 e 80 como ninguém. Já consideraram fazer um álbum só de covers?
Maya: Obrigada! Nós nos divertimos muito tocando covers, porque sempre aprendemos algo com eles. Não queremos fazer um álbum só de covers porque gostamos de escrever nossas próprias músicas, mas você pode pegar todos nossos covers e fazer de conta que é um cd. Aí imprime uma foto nossa e tente vender no eBay, mas se você fizer algum dinheiro com isso, mande para mim.
@rrpaythetoll: Qual o lanchinho ideal na turnê? E lanchinho no ensaio? Lanchinhos em geral? hmmmm lanchinhos.
Torry: hey rrpaythetoll! Nome legal! Nossa banda ama batatinha e guacamole de lanchinhos! Ambos são ótimos depois do ensaio. Para turnê e ensaio, bala é a melhor coisa. Te dá uma energia extra e não precisa limpar nada! Bala de cordinha e M&M’s são meus favoritos, mas o que tiver por lá serve!
PERGUNTA BÔNUS:
@amycesari: Oi gente, minha bunda tá coçando. O que vocês acham que eu devo fazer?
Torry: Toma um banho!!
Brett: Coloca um pouco de TMI cream na bunda.
Allison: Coça!!!
Maya: Assim que der vontade de coçar, vá imediatamente no médico e pegue uns remédios.
→ Round 3
@Kathy_Valentine: Ok, quando vocês vão escrever umas músicas legais e me deixar produzir pra vocês?
Allison: E aí garota! Hey, vamos começar a escrever material novo nos próximos meses e no começo do ano que vem! Com certeza vamos tocar umas coisas pra você e ver o que você acha…
@luciana13: vocês subiram no palco com o Blondie em algum dos shows? Não vi nada sobre isso, se aconteceu.
Brett: Nós não subimos no palco com Debbie ou Pat, mas foi muito divertido esquentar o público pra elas toda noite.
@kayleenb: Estou aprendendo a tocar guitarra e não consigo passar das tablaturas, alguma sugestão de músicas fáceis de aprender?
Maya: Aprenda a música dos Scorpions, Rock You Like a Hurricane!
@TerrorDahVeed: Qual foi a última vez que todas vocês usaram vestidos? Menos em casamentos.
Torry: Pra falar a verdade, eu não consigo lembrar qual foi a última vez que nós quatro usamos vestidos, haha! Mas, eu acho que deve ter sido esse verão, porque fica muito quente aqui em LA. Quente demais pra usar jeans.
@Defender669: Quem vocês acham que ganhariam numa briga: Morbo the news monster x Lur: Ruler of the planet Omicron Persei 8?
Allison: Eu acho que Han solo ganharia.
@YellowScarf18: Se vocês pudessem fazer uma viagem de carro agora, para onde iriam e por quê?
Brett: Se estivéssemos viajando de carro pelos Estados Unidos, acho que iríamos para o Noroeste, tipo Oregon ou Washington, porque não podemos ir para lá nessa turnê.
@chigawop: Algum programa de TV do tipo prazer com culpa sendo assistido agora?
Maya: Tool Academy e o novo Melrose Place.
@donna__c: qual a sua capa de CD das Donnas que vocês mais gostam?
Torry: É muito difícil escolher uma só. Eu acho que teria que escolher a nossa última, do GH vol 16, porque todas aquelas camisetas antigas e passes VIP nos trazem memórias maravilhosas. Eu também gosto do Spend The Night, porque tem muitas coisas para olhar. Eu acho que gosto quando há bastante coisa para olhar.
Créditos: Ari.










